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Conferência: Como os Humanos Julgam as Máquinas

13 jan, 2021
18h00
Livestream no Facebook da NOVA IMS

Conferência: Como os Humanos Julgam as Máquinas

Tem receio de que o seu posto de trabalho seja substituído por uma máquina? Como reagiria a um sistema discriminatório de IA? E como compararia essa reação à sua reação a um comportamento humano discriminatório? E se existisse um algoritmo capaz de criar uma obra de arte controversa?

Sobre o Evento

«Como os Humanos Julgam as Máquinas» compara as reações das pessoas a ações realizadas e decisões tomadas por humanos e máquinas. Através das respostas de milhares de participantes, o livro revela os preconceitos que condicionam a forma como as pessoas encaram e julgam as máquinas em cenários que envolvem desastres naturais, transferências de local de trabalho, policiamento, privacidade, preconceito face a algoritmos, e muito mais.

Site oficial da obra: https://www.judgingmachines.com

Oradora

Diana Orghian

Professora Convidada na NOVA IMS e Investigadora de UX na Outsystems

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Diana é atualmente Professora Convidada na NOVA IMS e Investigadora de UX na Outsystems. É doutorada em Psicologia. Foi Investigadora no MIT Media Lab e na Universidade de Lisboa. Dedica-se à investigação dos processos cognitivos subjacentes à perceção social, memória e forma como as pessoas apreendem os agentes artificiais. Foi também Professora Convidada na Universidade de Nova Iorque (em 2015) e na Universidade de Harvard (em 2016/2017).

Event Wrap Up

Esta conferência foi realizada a 13 de janeiro último, e transmitida em direto na página de Facebook da NOVA IMS. O Professor Pedro Saraiva, Diretor da NOVA IMS, fez a introdução do tema e apresentou a Professora Diana Orghian. A Professora Diana foi a principal oradora da conferência, tendo falado acerca da obra How Human Judge Machines, da qual é co-autora. «Como os Humanos Julgam as Máquinas» compara as reações das pessoas a ações realizadas e decisões tomadas por humanos e máquinas. Através das respostas de milhares de participantes, o livro revela os preconceitos que condicionam a forma como as pessoas encaram e julgam as máquinas em cenários que envolvem desastres naturais, transferências de local de trabalho, policiamento, privacidade, preconceito face a algoritmos, e muito mais.